Para editar decreto de flexibilização, Cinthia diz que aguarda empresas aderirem compromisso.

Aguardando as empresas assinarem o termo de responsabilidade, a prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) não editou ainda o decreto que flexibiliza a abertura do comércio não essencial em Palmas na próxima segunda-feira, dia 8, acenando que concordam com as condições para a liberação escalonada.

 

Questionada sobre a responsabilidade de flexibilizar num momento de crescimento dos casos da Covid 19 –  e em que não houve expansão da oferta de leitos na capital – a prefeita disse que “não relaxou nada” por enquanto e que aguarda o comprometimento dos 25% do comércio que ainda não reabriu as portas, com as condições impostas para funcionamento.

 

“No que depende exclusivamente do município, permaneceremos fechados”, disse a prefeita, para quem os mais de R$ 100 milhões em obras civis e de infra-estrutura na capital garantem que a economia continuará a girar. Cinthia Ribeiro voltou a defender o escalonamento da abertura, condicionado aos números que registram o avanço da doença na capital e à capacidade de atendimento das redes públicas e privada.

 

Aos críticos que queriam a liberação mais rápida e questionam os efeitos do distanciamento social imposto nos decretos ela alfinetou: “Se em meu lugar estivesse outra pessoa, Palmas já teria mais de 300 mortes. Ele é empresário, eu não. Meu foco é vidas”. O que se parece uma luta travada, entre o comercio local e a prefeitura de Palmas.

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