Censura à Crusoé: documento de Odebrecht é retirado dos autos

Um dia depois da reportagem de Crusoé –agora censurada– sobre Marcelo Odebrecht e Dias Toffoli, o documento com a explicação do dono da empreiteira foi retirado do processo.

A documentação foi tirada dos autos após um despacho do juiz da 13ª Vara Federal em Curitiba. Como o inquérito está sob sigilo, não estão claros os motivos.

O relator Alexandre de Moraes do inquérito aberto pelo presidente do STF, Dias Toffoli, para proteger seus pares e parentes e, a pretexto de identificar eventuais agressores nas redes sociais, intimidar críticos da instituição mais impopular da democracia no momento agravou essa impopularidade ao censurar a revista Crusoé do site O Antagonista. O pecado da revista foi contar que o empreiteiro e corrupto confesso Marcelo Odebrecht disse que o “amigo do amigo do meu pai” relacionado no propinoduto da empreiteira-corrupteira é o citado ex-advogado-geral da União e do PT. A censura foi decretada contra um abuso, que foi cometido pelos dois ministros aqui citados ao substituir o “cala boca nunca mais” pregado por Cármen Lúcia pelo “cala boca, gentalha”

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